Ah, a idade!

Esses dias eu tenho ouvido vários comentários, alguns bem impertinentes, sobre a idade alheia. Idade é uma daquelas coisas que são relativas – são avançadas ou não de acordo com o referencial do ser em questão. Eu por exemplo, sou mais velha do que meu marido (sem entretanto ter cometido crime de sedução, como acontece por aí), mas não me considero velha.

Assim sendo, vou aproveitar umas imagens de um e-mail encaminhado pelo Gui para fazer uns testes sutis de brincadeira com os amigos leitores. Vejamos as reações dos amigos a algumas imagens…

O que lhes diz esta, por exemplo?

oldies 1


E esta?

oldies 2

Aguardem mais na sequência…

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7 comentários sobre “Ah, a idade!

  1. A primeira é um sistema de gravação moderno, surgido quando eu já estava no colégio. Substituiu com vantagens o rolo. E a segunda refer-se a um sistema de permissão de uso de telefone público por tempo determinado. Moderníssimo. Sou do tempo em que as ligações de longa distãncia necessitavam de intermediação da telefonista.

    Quanto a idade ela não é relativa – é um fato. O envelhecimento é relativo – pode ou não ser uma conseqüência da idade.

  2. Pra que me sinta “melhor” concordo com Dr Odilon.Aliás minha ficha ainda não caiu com o que voce quis dizer sobre as minhas fitas gravadas!!

  3. Ahaha, esta foi boa para começar o dia Chris!!! Menina, ainda tenho umas fichas aqui! Não embaladas é claro… mas meus filhos não entendem o que quer dizer: Caiu a ficha! Bjs!

  4. As fitas foram a pior maneira de ouvir música que conheci, e eu conheci todas. Normalmente tinha muitos ruídos e enrolava no cabeçote do gravador com muita facilidade, um horror. Mas tinha a grande vantagem de poder ser levada para qualquer lugar de uma maneira bem prática, lembra das box para fitas K7.

    Lembra que existiam umas fichas mais clarinhas somente para fazer DDI. De qualquer forma elas já representaram uma modernidade sem igual. Afinal eu sou do tempo em que os números de telefones de São Paulo tinham apenas seis números e na maior cidade brasileira, para fazer qualquer ligação fora de casa, era obrigatório ir a um posto com cabines telefônicas e usar a telefonista para fazer a ligação.

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