O sequestro do 5o parágrafo

Devo admitir que recebi com um certo franzir de testa o convite para memear, ou whatever. Não achei a brincadeira tão divertida assim – prefiro algo na linha do que sugeriu o outro amigo, em que a gente exercitasse alguma interferência pessoal em um tema comum ou em um tema em cadeia.

Não obstante, fui buscar a minha contribuição para dar, para não correr o risco de ser de novo chamada de blogueira neófita. Como a proposta em sim já não me dizia muito, fui buscar livros que disessem um pouco de mim, para agregar algo de diferente na proposta inicial.

Abri o primeiro livro: Carmina Burana. Nada de 5a estrofe – somente 4 por página. O segundo: São Francisco de Assis, de Jacques Le Goff. Os Versos do Capitão, Pablo Neruda – nada. Mais um. E mais um. E mais um. Meus livros se recusam a exibir 5 parágrafos na página 61.

O único que exibia algo próximo de um quinto parágrafo, mas que eu mesma classifiquei de apelação era um livro de citações de Shakespeare. Aí já era demais. Desisti de brincar. Não dá para ser o primeiro parágrafo da 71?

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2 comentários sobre “O sequestro do 5o parágrafo

  1. Inserção de utilidade pública.
    Este comentário não deve ser interpretado como um comentário.

    Porque a blogueira amiga só permite que as pessoas subscribe a parte antiga do blog? Fazem quase 96 horas que o nome mudou.

    Agora comemoração – com musiquinha de anúncio de cerveja Sol e tudo – zuerar com a amigada é ponto. É ponto, é ponto, é ponto.

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