De volta a uma velha busca
09/06/2009
Eu já falei um tanto sobre a minha busca pelas origens, aqui e em outros momentos. E, quase sempre, não sou eu quem corro atrás da genealogia – ela é quem vem a mim.
De tempos em tempos, depois de ter semeado aqui e ali o meu interesse pelo assunto, alguns contatos despertam, e novas informações aparecem. Como foi o caso destes últimos dias.
Primeiro foi o convite para o lançamento do livro “De que Família és tu, ó jovem”, de Maria Helena Gontijo, amiga de minha mãe, e parente nossa em algum grau pelo lado dos Gontijo, a quem eu tive o prazer de ajudar por intermédio de seu filho. Fiquei muito orgulhosa em saber que minha ajuda foi registrada nos agradecimentos do livro, que eu ainda não tive o prazer de ver, pois ainda não pude ir a BH.
Sábado, por acaso, abri um e-mail da lista de genealogia depois de meses, e fiquei MUITO feliz em ver uma relação de inventários da Comarca do Rio das Mortes, Itapecerica, onde encontrei o inventário de um de meus tataravôs que, desde que eu descobri sua existência me intriga, pelo sobrenome nunca antes escutado: Joaquim Antônio de Souza Redondo, cujo inventariante foi a tataravó Maria Joaquina de Castro, avós paternos de minha avó paterna. Mais um fio que promete desenrolar um tanto assim que eu conseguir por as mãos neste inventário, para o que eu pretendo contar com a ajuda de um primo distante que já se tornou parceiro de buscas genealógicas, o Jad. (Um parêntese: a busca genealógica permite a criação desses laços, muito interessantes!)
Por fim, o comentário simpático e encorajador do Getúlio, no post acima mencionado, feito também neste fim de semana.
E aqui está de volta de mangas arregaçadas a Chris genealogista!!
Entry Filed under: Genealogia. .
1 Comment Add your own
Leave a Comment
Some HTML allowed:
<a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <pre> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>
Trackback this post | Subscribe to the comments via RSS Feed



1.
getulio teixeira de aguiar | 10/06/2009 at 4:24 am
É preciso mesmo arregaçar as mangas. Mas esse trabalho, como vê, não é tão duro assim. Talvez você se ocupe dele um bom tempo, mas vai perceber que não é a mesma. Estará bem melhor! Abraços.