Archive for Março, 2008
Objeto de Desejo
Gente, vocês já viram esse cooktop portátil da Electrolux? Estou babando desde a primeira vez que o vi.
O bichinho é lindo, pesa 3 kg e resolve aquele problema chato de não se ficar isolada quando você quer cozinhar para amigos – que é o que mais me desanima de cozinhar! E nem é tão caro assim – achei que ia custar uma fábula, mas custa uns 300 reais!
Como agora estamos projetando casa nova, acho que não vai ser o caso, mas que eu me apaixonei, apaixonei e muito!
3 comments 27/03/2008
Aproveitando a mini catástrofe…
… como vocês amigos gerenciam todas as novidades de todos os blogs bacanas??
3 comments 26/03/2008
Perdida!!!
Hoje eu fui navegar pelos meus links de blogs e, em um momento de desatenção, eu marquei todos os meus posts como lidos.
Explico: sempre que eu vejo um post bacana, uma receita para testar depois, algo que eu queira comentar, eu marco como não lido na geringonça de navegar em blogs que eu instalei aqui… mas, um clique errado, e sessenta e tantos posts preciosos se perderam.
Várias receitas, perdidas, vários comentários a fazer…
Aiaiaiaiai!
3 comments 26/03/2008
Receber, anfitrionar: as origens
Receber visitas em casa é um costume antigo, objeto de códigos de ética, como no caso da cavalaria, por exemplo, quando todo cavaleiro era obrigado a receber em sua casa outros cavaleiros, que ali deveriam ser tratados com as mesmas regalias do anfitrião.
O termo anfitrião não é dos mais felizes, em sua origem. Anfitrião era um cidadão grego, casado com a mãe de Hércules. Enquanto Anfitrião estava na guerra de Tebas, Zeus tomou a sua forma para deitar-se com Alcmena. Uma grande confusão foi criada, pois Anfitrião duvidou da fidelidade da esposa. No fim, tudo foi esclarecido por Zeus, e Anfitrião ficou contente por ser marido de uma escolhida do deus, e daquela noite nasceu Hércules. A partir daí, o termo anfitrião passou a ter o sentido de “aquele que recebe em casa“. (wikipedia, ela de novo).
Outras referências mais nobres ao ato de receber aparecem na história antiga, como no antigo testamento, que traz várias referências à obrigação moral existente de dar abrigo aos estrangeiros, e lhes oferecer todas as regalias.
No mundo contemporâneo, ou antes, a partir da Renascença, a noção de hospitalidade tomou dois rumos bem diversos e claros: a hospitalidade como dever moral, que caminhou para a noção de anfitrionar, de hospedar voluntariamente, e a hospitalidade como obrigação oficial, que dá fundamento ao mercado de “hospitality”, ou tudo o que diz respeito ao ato de receber como negócio: restaurantes, hotéis, etc.
2 comments 25/03/2008
Feliz desaniversário, Chrises!!
Eu queria que hoje fosse aniversário deste blog, pois assentaria muito bem com o que eu tenho a dizer. Mas, como não é, eu invoco Lewis Carrol e o País das Maravilhas para comemorar o desaniversário do blog, e ter a deixa para expressar o que eu gostaria:
Atenção senhoras e senhores: escrever pode se tornar um vício. Um vício do bem, ok, mas ainda assim um vício.
Esta que vos escreve aqui agora passou uma vida inteira começando e abandonando diários. Escrever sempre foi uma paixão, mas deletar sempre foi uma compulsão maior. Nada, mas absolutamente nada do que eu escrevesse, e que não fosse 100% sério, documentado, fundamentado sobreviveria ao frenético e avassalador olhar crítico da autora, que censurava tudo, pelos motivos mais variados, ou sem motivo algum.
Não sei o que acontece. Não sei explicar que mudanças se processaram nestes quase seis meses de blog. As outras várias facetas, as outras Chrises, aquelas que não são aqui retratadas, a que se levanta de manhã e vai trabalhar. A que se relaciona com seu marido, aquele, o peregrino. A que trata com os amigos com o mesmo humor sarcástico de sempre, mas que quer crer do fundo do coração que todos e cada um deles sabe reconhecer o carinho por tras do sarcasmo. Essas e todas as outras, e são várias e várias, continuam tão críticas como sempre.
Mas estas de cá, as Chrises que se apresentam por intermédio do teclado, essas sofreram alguma espécie de mutação. Não acredito que estejam menos críticas, ou elas teriam que ser rebatizadas. Acho que é tão somente a causa que eu comecei descrevendo – uma compulsão indescritível, indecifrável, mas fantástica. Linda e libertadora.
No começo, eu gastei alguns posts para revelar o nascimento ou re-re-re-renascimento deste blog. Pessoa a pessoa. Amigo a amigo. Sempre com aquela sensação de desnudamento. De iminência do ridículo. E agora? Agora, a cada dia mais eu sei que mais pessoas acessam estas páginas. Pessoas novas, desta nova fase, mas pessoas de sempre. Pessoas do meu mundinho real.
Confesso que, deste lado de cá, de fora do teclado, por assim dizer, ainda são muitas as que não conhecem o outro lado da Chris – todas essas Chrises. Mas ter chegado até aqui….
Por que isso agora? Por que toda essa confissão? Acho que em função do desejo irresistível de escrever, depois de uma semana de uma certa apatia… Essa força que me compele a estar aqui agora escrevendo, a despeito de um certo mal estar físico, de uma antevisão de uma possível virose tomando conta me fascinou, e eu tive que acorrer ao teclado, com a sede de quem há dias não prova uma gota daquilo que mais necessita para viver.
Um pouco de exagero? Talvez. Mas esse hiperbolismo todo só reitera e reforça a minha tese.
Uffff…
Até tinha outras coisas para “vomitar”aqui hoje, mas acho que por hora já tá de bom tamanho né!
5 comments 23/03/2008


